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Bolzan cobra transparência da Conmebol e trabalha por melhores cotas de televisionamento na Libertadores

Autor: Gremistas   •   27 de fevereiro/2019    •       •   

Bolzan cobra transparência da Conmebol e trabalha por melhores cotas de televisionamento na Libertadores
Lucas Uebel / Grêmio FBPA
Antes da estreia do Grêmio na Copa Libertadores, o técnico Renato Portaluppi tentar fazer com que o grupo de jogadores esqueça do ocorrido na edição de 2018, quando o River Plate avançou de forma polêmica. A meta é que todos foquem na busca pelo título em 2019. No entanto, a direção segue com alguns ressentimentos.

O presidente Romildo Bolzan, quando questionado sobre o que administrativamente o Grêmio precisa tirar de lição do ocorrido no ano passado, deixou claro que o sinal de alerta está ligado desde já.

"Nós queremos transparência. Não podemos esquecer que em 2017 (na final contra o Lanús, no jogo de ida), o Jael teve um pênalti na Arena e até hoje nós pedimos os vídeos daquela decisão e até hoje não recebemos. Eu espero da Conmebol uma organização adequada, boa, isenta, perfeita. Eu espero isso da Conmebol. Somos um clube associado a federação brasileira de futebol, por consequência temos a Conmebol também como filiação. Agora, vamos ver na prática deles. A gente sabe que a política deles é totalmente cheia de problemas e, sinceramente, com pouca vontade de mudar", declarou.

O mandatário gremista, entretanto, afirmou que o Grêmio não tem nenhum tipo de rusga com a entidade que gere o futebol sul-americano. Segundo ele, os problemas do passado não afetaram a relação entre as partes. Não há por parte do Grêmio nenhum tipo de temor de que a Conmebol exerça alguma influência contra o clube como forma de retaliação devido a oposição feita pela direção gremista em 2018, após a eliminação para o River Plate na Libertadores.

Politicamente, o Grêmio batalha nos bastidores para conquistar um aumento das cotas de televisão da Libertadores. Aliado aos outros presidentes brasileiros que participam desta edição do torneio, Romildo compartilha a opinião de que a fatia correspondente aos clubes do Brasil necessita ser maior por conta da representatividade das instituições de tem do cenário continental.





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