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Os três boatos que irritaram e fizeram Tardelli repensar a continuidade no Brasil

Autor: Gremistas   •   26 de julho/2019    •       •   

Os três boatos que irritaram e fizeram Tardelli repensar a continuidade no Brasil
Lucas Uebel/Grêmio
Se o gol de voleio foi importante para ajudar o Grêmio a vencer o Libertad, a entrevista pós-jogo foi esclarecedora para tirar os pontos de interrogações sobre o seu futuro. Diego Tardelli, personagem da vitória por 2x0 pela ida das oitavas de final da Libertadores, resolveu falar. E passou a limpo todas as polêmicas recentes que o colocavam no "olho do furacão" dentro do clube.

Ele deixou claro que estava "triste", pra "baixo", vivendo "momentos depressivos" e, sim, repensou a sua continuidade no futebol brasileiro. Dois boatos que o irritaram foram uma suposta má convivência com Luan e os rumores de briga com o técnico Renato Portaluppi.

“Eu estava sentindo que iria desencantar. Estava sendo muito cobrado e hoje fiz um gol importante. Passei por momentos complicados nesses últimos quatro meses. Me sentia muito infeliz. Vinha de quatro anos na China, que tem uma cultura totalmente diferente. Cheguei aqui no Brasil e ouvi coisas negativas. Comentários, críticas, mentiras… isso tudo foi me deixando muito triste e pra baixo”, comentou, antes de completar:

Veja a entrevista completa de Tardelli:



“Quando eu cheguei no Grêmio, falaram que eu não me dava bem com o Luan. Depois nos últimos jogos falaram que eu não queria jogar por ter brigado com o Renato. Suposições e mentiras. Escutar gente lá de cima falando um monte de besteira… fiquei bastante triste. Não sabia se era isso que eu queria aqui no Brasil. Me tranquei e não sentia vontade de fazer mais nada. Com o apoio da família e do grupo no dia a dia, consegui vencer isso. Hoje esse gol foi um alívio e fiquei muito emocionado na hora. Que seja uma nova etapa na minha vida. O grupo está comigo e eu estou com o grupo. Quero ser feliz como fui em todos os clubes que eu passei”.

Sob outro aspecto, ele negou ter tido divergência tática com Renato. Boatos davam conta de que o jogador queria atuar pelas beiradas do ataque, mas o treinador insistia pela sua utilização no centro.

“Eu ouvia tudo. Lia os comentários, as críticas e me calei. Sabia que no momento certo eu iria poder falar a verdade. Não teve nada disso. Não falei com o Renato sobre jogar ou não em posição “x”, de centroavante, zagueiro, nada. Eu estava esperando a minha oportunidade independente da posição. Continuei trabalhando e hoje pude jogar como centroavante, uma função que eu conheço. Então foi isso. Não teve nada de polêmica ou de discussão com o Renato”, finalizou.


 





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