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Bolzan deseja a continuidade do Brasileirão com pontos corridos: “Alterar seria revolução às avessas”

CBF ainda não se pronunciou sobre eventuais mudanças no nacional

Presidente Romildo Bolzan, do Grêmio — Lucas Uebel / Grêmio FBPA

No meio da grande incógnita que virou o futebol brasileiro por conta da pandemia de coronavírus, que paralisou os campeonatos, o Brasileirão tem sido discutido entre torcedores e imprensa: manter o formato de pontos corridos, ocupando 38 datas, ou voltar ao mata-mata e dar mais espaço ao calendário?

Em entrevista concedida à RBSTV, o presidente gremista Romildo Bolzan Jr, de opiniões sempre lúcidas e diretas, se mostrou contra uma mudança de formato em 2020 e sugeriu um “ajuste” para que o campeonato termine em janeiro do ano que vem.

“Esse ajuste nos permite, se não for possível concluir o campeonato em 2020, fazer no começo de janeiro. É uma possibilidade que não pode ser descartada. Fórmula não muda, porque todos os campeonatos são contratualizados. Alterar isso seria revolução às avessas. Não teríamos como repactuar com terceiros”, explicou.

Sincero, o mandatário não vê nesta crise uma chance de fazer os clubes se unirem mais:

“Já foi difícil ter uniformidade para tratar com os jogadores. Então, não vejo como a crise vai nos tornar melhores, mais corporativos, mais unidos e vamos revisar vários conceitos. Pelo contrário, acho que vamos ter que atropelar os calendários para cumprir os que ficaram atrasados”, acrescentou.

O futebol parou com o Gauchão ainda nas fases iniciais dos grupos do segundo turno e com a Libertadores na terceira rodada de cada chave. Ainda há a Copa do Brasil e o Brasileirão, que ainda não tiveram eventuais mudanças comunicadas pela CBF.

Com relação ao estadual, a FGF se reunirá com os clubes novamente no próximo dia 20 para deliberar sobre a continuidade dos jogos. Já a Conmebol, em se tratando de Libertadores, tem a expectativa de retornar no início de maio.

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