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Bolzan prevê quadro financeiro complicado para o Grêmio e demais clubes brasileiros: “Extremamente difícil”

Suspensão dos jogos por conta da pandemia de coronavírus tem prejudicado os clubes

Presidente Romildo Bolzan do Grêmio dando entrevista

Romildo Bolzan, presidente do Grêmio Lucas Uebel / Grêmio FBPA

A suspensão dos jogos em virtude da pandemia de coronavírus tem prejudicado a saúde financeira de quase todos os clubes brasileiros. A situação é tão complicada que até mesmo o Grêmio, uma das equipes de maior estabilidade financeira no Brasil, tem temido pelo futuro.

O adiamento temporário das partidas fez com que os clubes deixassem de arrecadar dinheiro com, por exemplo, premiações e bilheterias do estádio, mas seguissem com custos como parcelamento de dívidas, pagamento de jogadores e funcionários, além de fornecedores.

Conforme o presidente Romildo Bolzan do Grêmio, há um trabalho no sentido de não agravar ainda mais a saúde financeira dos clubes.

“Há um trabalho geral no Brasil para tentar a prorrogação de pagamentos, a renegociação de contratos. Ainda estamos aguardando o Governo Federal em relação às obrigações do Profut. A Comissão Nacional de Clubes está organizando algumas sugestões de medidas, de ordem tributária e de contratos, para garantir o fluxo financeiro das equipes. Não queremos um favor, mas um alongamento dos prazos”, disse.

“Vamos pagar, mas o que vem pela frente é um quadro extremamente difícil para manter a normalidade das instituições”, concluiu o mandatário.

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