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Como o Grêmio ajudou a diminuir o prejuízo do Palmeiras com Borja

Lucas Uebel / Grêmio FBPA

O ano de 2021 do Grêmio foi marcado, além do rebaixamento, pelo alto custo do elenco. Com uma folha salarial que atingiu o patamar dos R$15 milhões, o tricolor utilizou todos os seus recursos para evitar a queda pela 3ª vez na sua história.

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Uma destas grandes apostas foi o atacante colombiano Miguel Borja, que foi um dos pedidos do técnico Luiz Felipe Scolari quando desembarcou em Porto Alegre. O jogador foi contratado com grande expectativa, mas foi apenas mais um dos casos de fracasso dentro de campo. 

Borja chegou ao Grêmio por empréstimo junto ao Palmeiras. Após excelente passagem pelo Junior Barranquila, da Colômbia, o atacante não foi aproveitado pelo técnico Abel Ferreira e com isso, acertou sua vinda ao tricolor. Para concretizar o negócio, a direção gremista desembolsou cerca de R$6 milhões. Além disso, o clube arcou com o salário de cerca de R$900 mil, um dos mais altos do plantel na época. 

A transação com o Grêmio foi uma das alternativas do Palmeiras para diminuir o prejuízo. O clube paulista pagou 10,5 milhões de dólares em 2017 para tirá-lo do Atlético Nacional, da Colômbia. Como o desempenho dentro de campo foi ruim, sua boa reputação no mercado gerou possibilidades de amenizar o erro.

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Agora, Borja está muito próximo de ser reforço do River Plate, da Argentina. Seu ótimo desempenho no futebol colombiano gerou interesse dos argentinos, que comparará também os 20% que o Verdão ainda possui. Ao todo, foram 3 negociações feitas pelo Palmeiras desde que Borja chegou ao clube paulista. 

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