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Ex-dirigente do Grêmio relembra ruptura no modelo de jogo a partir de 2016: “Decidimos que precisávamos jogar igual em casa e fora”

Ano de 2016 representou a retomada de grandes títulos no Grêmio

Maicon levanta taça da Copa do Brasil de 2016 — Jefferson Bernardes / AFP

A partir da saída de Roger Machado, a direção do Grêmio entendeu que aquele segundo semestre de 2016 poderia servir de ponto de partida para algo novo no clube: jogar da mesma maneira dentro e também fora de casa.

Com esse pensamento, segundo revelou na última semana o ex-vice de futebol Odorico Roman, o clube pensou em Renato Portaluppi como treinador e Valdir Espinosa como coordenador-técnico.

“Em 2016, em conversas puxadas pelo Dr Adalberto Preis e outros membros da diretoria, estabeleceu-se um pensamento de que o Grêmio tinha que passar a jogar igual dentro e fora de casa. Saber se impor jogando longe da Arena. Existia um consenso de que perdíamos muitos jogos fora de casa”, disse Roman em live com o influencer gremista na web, Richard Dücker.

E deu resultado. Já naquele ano, o Grêmio conseguiu boas exibições longe da Arena como diante de Cruzeiro e Atlético-MG para ser pentacampeão da Copa do Brasil.

Renato, claro, segue no comando até hoje. Roman entrou diretamente no futebol do clube com diretor no segundo semestre de 2016. Já no ano seguinte, assumiu como vice topando o convite feito pelo presidente Romildo Bolzan Jr. Ele permaneceu no cargo até o primeiro semestre de 2018, quando foi substituído por Duda Kroeff. Hoje o posto é de Paulo Luz.

Veja mais em Diretoria do Grêmio.

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