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Grêmio detalha conversa com a Conmebol após imprevisto no Equador: “Fomos proibidos de treinar”

Grêmio alega que foi proibido de treinar no Equador

Lucas Uebel / Grêmio FBPA

Em contato com a reportagem do Globoesporte.com, o gerente-geral e CEO do Grêmio, Carlos Amodeo, deu mais explicações a respeito dos bastidores que, ao longo da terça-feira, fizeram a Conmebol determinar o adiamento do jogo contra o Independiente Del Valle.

Marcado para às 19h15 de quarta, em Quito, o confronto pela ida da terceira fase da pré-Libertadores passou para sexta, no mesmo horário, no Paraguai. Amodeo revelou que, pelo protocolo sanitário do governo local, a delegação gremista não conseguiu sair do hotel para treinar na véspera da partida.

“Hoje à tarde fomos impedidos pelas autoridades locais de realizar o treino conforme os protocolos da Conmebol. A partir do momento que as autoridades impediram, acionamos a Conmebol para tomar as providências. Há uma quebra de isonomia. Arguimos que se fomos proibidos de treinar, não poderíamos ser obrigados a jogar. A Conmebol teve bom senso de determinar a transferência”, relatou.

A decisão do governo equatoriano se deu pelos casos confirmados de Covid-19 no elenco gremista. Paulo Victor e Vanderson, que estão no Equador, testaram positivo na última bateria feita pelo clube.

A mudança de data e local interferiu diretamente no Gauchão. Caxias x Grêmio, que estava marcado para sábado, também foi adiado e ainda não tem novo dia marcado.

Veja mais em Diretoria do Grêmio.

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