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Médico da CBF reforça que não há data para retorno do futebol e diz que até comemorações de gol precisarão mudar

Futebol se prepara visando mudanças após a pandemia do coronavírus

Everton comemora gol pelo Grêmio — Lucas Uebel / Grêmio FBPA

Ainda sem data para retornar oficialmente ao calendário, o futebol brasileiro passará por mudanças drásticas assim que a pandemia do coronavírus “aliviar” no país. Nesse sentido, o coordenador-médico da CBF, Jorge Pagura, analisou as potenciais alterações durante live no Instagram.

Segundo ele, até mesmo comemorações de gols tradicionais dos jogadores precisarão ser repensadas em um primeiro momento.

“O barulho do silêncio é a nova tônica que a gente vai ver no futebol. O abraço, a comemoração, “hoje tem gol do Gabigol”, dancinha… isso não vai existir (…). No plano tem isso (não cuspir), mas não tem multa. Vão ter opções, vai ter totens para se ele precisar assoar o nariz. No toten, tem álcool gel para esterilizar a mão. Apesar de que essa gotícula permanece pouco no ar em ar livre“, declarou em live no Instagram.

“Quando liberarem as atividades não vai haver lugar mais seguro do que treino de futebol, jogo de futebol. As medidas que preparamos são altamente restritivas do ponto benéfico para a saúde de todos… Estamos totalmente prontos para voltar com a maior segurança dentro da sua atividade aqui no país. Quando o futebol fala todo mundo escuta. Nossa responsabilidade na execução do plano é muito grande”, completou.

Por fim, o profissional reforça que a CBF ainda não trabalha com datas para o retorno dos jogos:

“Não tem (previsão de volta). A CBF, na figura do presidente Rogério Caboclo, respeita totalmente as decisões que vêm dos órgãos federal, estadual e municipal. Não vai mexer uma palha para forçar nada. Há um mês e meio que estou trabalhando nesse projeto. Junto com médicos, epidemiologistas. Estamos totalmente prontos para voltar com a maior segurança dentro da sua atividade aqui no país. Quando o futebol fala todo mundo escuta. Nossa responsabilidade na execução do plano é muito grande”, prosseguiu.

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