O ex-jogador e atual comentarista da TV Bandeirantes, Denilson, fez críticas via redes sociais ao recente processo movido pelo gremista Maicon contra o clube paulista. Na ação trabalhista, o atual camisa 8 do Grêmio reclamava a falta de pagamentos de adicionais noturnos e jogos em domingos e feriados – ele venceu o pleito e ganhará R$ 200 mil, que poderá ser corrigido a R$ 700 mil.
Para o habitual parceiro de Renata Fan no programa Jogo Aberto, Maicon mantém “mágoa” do São Paulo pelo período que defendeu o clube entre os anos de 2012 e 2015.
“Continuo achando um absurdo o jogador entrar na Justiça contra o clube porque jogou de quarta à noite e domingo. Quando virei jogador queria jogar toda hora… ainda acho que no caso do Maicon tem uma mágoa com o São Paulo também”, publicou.
Veja o post:
Continuo achando um absurdo o jogador entrar na justiça contra o clube porque jogou de quarta a noite e domingo, quando virei jogador queria jogar toda hora… ainda acho que no caso do Maicon tem uma mágoa com o São Paulo também
— Denilson Show (@denilsonshow) May 18, 2020
O posicionamento do Grêmio
Em entrevista na última semana à própria TV Bandeirantes, o CEO do Grêmio, Carlos Amodeo, garantiu que o clube não tem a preocupação de sofrer o mesmo tipo de ação futuramente na Justiça. Segundo ele, os modelos de contratos que são estabelecidos pelo tricolor impedem a judicialização pelos motivos de Maicon e Paulo André – este, contra o Corinthians.
“Eu desconheço os casos específicos judiciais, tanto do Maicon contra o São Paulo, quanto o o do Paulo André junto ao Corinthians. O que posso dizer é que a Lei Pelé estabelece uma determinada remuneração acessória. Então o atleta recebe três diferentes verbas: uma salarial, uma acessória e outra de direito de imagem. A função da acessória é compensar uma série de questões trabalhistas que individualmente poderiam ser tratadas. O Grêmio já pratica em todos os seus contratos a divisão as verbas nessas três diferentes opções, buscando atender o máximo possível daquilo que a legislação estabelece. Como desconheço esses casos específicos, tenho dificuldade de emitir um juízo de valor”, disse o dirigente.









