Desde o segundo semestre de 2016 como titular do Grêmio, o zagueiro Walter Kannemann, de 29 anos de idade, citou em entrevista ao jornalista Duda Garbi alguns dos atacantes mais complicados de serem marcados no futebol brasileiro.
Um dos citados foi Diego Souza, que passou a ser colega de Kannemann a partir de janeiro de 2020.
“Sim, tem o Jô. Hoje em dia tem outros. É ruim falar de quem ainda está jogando. Mas o Bruno Henrique é muito bom. O Luiz Adriano, do Palmeiras. O Diego Souza, quando estava em outros clubes, também era bem difícil”, relatou.
Confira a entrevista e outras aspas do defensor:
Amizade com Geromel:
“A relação se deu de forma natural. Mas com 15 dias jogando no Grêmio eu vi que de bonzinho ele só tinha a cara. Mas sim, temos uma amizade. Uma amizade rara no futebol. Começou nos jogos: “Esquerda, direita, olha o teu aí”. Algo natural”
Primeiro jogo da final contra o Lanús:
“Para mim, a grande defesa foi contra Lanús no primeiro jogo. Eu vi a bola passando naquela cabeçada no escanteio e pensei que era gol. Mas vi a torcida gritando e depois a bola subindo. Foi Grohe, na verdade. Não começamos bem o primeiro tempo, depois Renato acertou coisas no vestiário e voltamos melhor”
Suspenso no jogo da volta na Argentina:
“Foi uma loucura. Uma loucura, loucura… e eu assisti esse jogo ao lado do Maicon, que também estava fora. Aí tinha lance que ele gritava para passar, sair jogando e eu gritava para chutar para frente (risos)”









