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Presidente do Grêmio sai em defesa de Edenílson após suposto caso de racismo: “Repugnante”

Meio-campista teria sido chamado de “macaco” por um jogador do Corinthians durante jogo do Campeonato Brasileiro.

Silvio Avila / Getty Images

O presidente Romildo Bolzan saiu em defesa do meia Edenílson, do Internacional, após suposto caso de racismo no jogo contra o Corinthians, no último domingo, pelo Campeonato Brasileiro.

Edenílson afirma ter ouvido do lateral-direito Rafael Ramos o termo “macaco” durante disputa de um lance. O jogador da equipe paulista, por outro lado, diz que pronunciou outra palavra, e que por conta do sotaque diferente, pode ter sido mal compreendido.

+ Grêmio não relaciona nenhum lateral-direito para jogo contra o Criciúma

“Foi algo repugnante o que aconteceu com o Edenilson. São colegas de trabalho. Hoje em dia, quando se trata de uma ação dessas, tem uma situação dolosa, que sai das quatro linhas”, disse Romildo Bolzan, em entrevista à Rádio Gre-Nal, antes de completar:

“O futebol, por ser inclusivo, não tem mais espaço para este tipo de descriminação. Não tem a ver com Inter e Grêmio, mas sim com todos os clubes do futebol brasileiro”.

O suposto caso de racismo está sendo investigado e pode resultar na suspensão de Rafael Ramos.

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