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Quanto o Grêmio já economizou na folha salarial com as saídas recentes

Lucas Uebel / Grêmio FBPA

Uma das principais preocupações do Grêmio durante o ano de 2022 é a sustentabilidade financeira. O rebaixamento e a consequente queda nas receitas, a direção tricolor busca reduzir seus custos para terminar a temporada sem grandes débitos e tendo de recorrer a empréstimos bancários, por exemplo.

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Por isso, o foco do clube no momento é agilizar a saída de jogadores que não estão sendo aproveitados pelo técnico Roger Machado ou que podem beneficiar de forma significativa os cofres do clube. Neste cenário encaixam-se as vendas de jovens atletas e que estão na mira de times do exterior. 

Entretanto, como ainda não houve esta “venda milionária”, o tricolor utiliza a estratégia de negociar jogadores sem espaço. A saída de Benítez, por exemplo, gerou economia de cerca de R$1,6 milhão em salários, e foi importante para a chegada de Lucas Leiva, por exemplo, não aumentar ainda mais o custo do elenco. 

Outros jogadores também já deixaram o Grêmio nesta janela de transferências, como os volantes Victor Bobsin e Matheus Frizzo, o atacante Ricardinho e o goleiro Phelipe Megiolaro. Michel, que acertou rescisão de contrato na última quinta-feira (28), seguirá recebendo seus vencimentos do Grêmio até o fim deste ano, não causando mudança na folha salarial.

Economia do Grêmio com as saídas de jogadores recentes

Até o momento, o tricolor já conseguiu reduzir em aproximadamente R$600 mil em sua folha salarial, que atualmente gira em torno de R$11,5 milhões. O valor é próximo a 80% maior do que o previsto no início do ano. O objetivo do clube era gastar entre R$7 e R$8 milhões com a folha salarial do futebol profissional. 

Novas saídas podem acontecer. Fernando Henrique está na mira de Athletico e RB Bragantino, enquanto Campaz é observado pelo futebol norte-americano. Enquanto isso, o tricolor busca “sobreviver” com o orçamento apertado. 

Veja mais em Mercado da Bola.

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