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Saída de Maicon, lesões e críticas: Douglas Costa abre o jogo sobre momento no Grêmio

Douglas gravou novo vídeo para o seu canal do YouTube.

Reprodução

Em vídeo publicado no seu próprio canal do YouTube, cujo título diz “de gremista para gremista”, Douglas Costa abriu o jogo sobre uma série de temas desde a saída de Maicon, passando por lesões e respondendo como encara as críticas.

O camisa 10 gremista se recupera de uma lesão muscular na coxa e pode ficar disponível para o jogo de domingo, 20h30, no Maracanã, contra o Flamengo, pelo Brasileirão.

Maicon:

“O Maicon saindo agora. Que, querendo ou não, foi a cara do Grêmio por muito tempo. Acho que foi contra o Cuiabá. Ele jogou 10 minutos e o time já muda a postura. Começa a atacar os espaços. Porque ele conhece muito bem os jogadores. Até tu encontrar um jogador naquele nível ali, demora, demanda um pouco de tempo. Grêmio sempre teve esse pilar. Geromel na defesa, Maicon no meio e Diego no ataque. Esses caras começam a perder o ritmo de jogo, a não ter a mesma forma física e o time era espelho deles. Agora o time busca outros espelhos”

Lidar com críticas:

“Hoje em dia aqui no Brasil vejo que as pessoas cobram muito na internet. Eles não falam pessoalmente porque sabem que ali tem outra pessoa que vai responder também. Nossa carreira tem o ônus e o bônus. Três meses atrás todos queriam que eu tivesse aqui. Queriam que as coisas fossem da maneira que eles estavam imaginando, mas não ocorreu. Aí vem a crítica. Que até é bom quando for construtiva, porque faz o cara crescer. Isso que vem acontecendo com a gente. Nunca levei a crítica como “ah, vem cá então e faz no meu lugar”. Não, acho que cada um tem a sua. Se eu estou aqui é porque sou capaz de fazer e de tentar reverter a situação. Se eu estou aqui é porque eu sou capaz de fazer. E é como eu sempre digo: podem me criticar. Sou um cara que tem a cabeça aberta para isso, desde que seja com educação. Se for cobrança de dentro de campo, pra mim está de boa. Vou continuar me esforçando e buscando meu melhor”

Estilo de jogo e lesões:

“Eu vou sempre no meu limite. Eu não conseguiria ir meia-boca em algumas situações. Meu estilo de jogo não deixa ser assim. De pisar no freio, de fazer coisas lentas, retroceder. Na minha carreira toda, gostei de fazer as coisas em alta velocidade. Juntou tudo: uma fase que não é boa do Grêmio. É uma fase que na real o clube passou há uns sete, oito anos, que era de renovar jogadores”

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