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Variações táticas são trunfos do Grêmio para melhora de desempenho, entende Pepê

Esquema com três volantes está em alta, mas não deverá durar muito tempo.

Grêmio comemora gol no clássico Gre-Nal — Lucas Uebel / Grêmio FBPA

A vitória do Grêmio diante do Internacional, no estádio Beira-Rio, foi vista por muitos como méritos do trabalho do técnico Renato Portaluppi. Com modificações táticas na equipe, os tricolores foram superiores aos colorados e todos os elogios foram direcionados ao treinador nos bastidores.

Publicamente, os jogadores também estão valorizando o planejamento do comandante.

“O trabalho que ele nos passa e a tranquilidade que ele dá é fundamental para o nosso crescimento aqui dentro do clube”, avaliou Pepê.

A modificação recente foi a implementação de um tripé de volantes no meio-campo, saindo do 4-2-3-1 e migrando para o 4-1-4-1. A tática há anos é trabalhada nas atividades diárias do CT e é considerada como o plano B do time. A leitura é que com três jogadores de maior poder de marcação no meio, os pontas possuem maior liberdade para jogar, ao mesmo tempo que defensivamente a equipe fica mais sólida.

“Esse estilo de jogo me ajuda bastante. Tem o apoio do Matheus pelo lado, assim posso subir um pouco mais para fazer as jogadas já que tem mais cobertura. É um posicionamento bom porque tem as viradas de bola do Darlan. É um esquema que vem nos ajudando bastante”, analisou o atacante autor do gol gremista no Gre-Nal.

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Lucas Uebel / Grêmio FBPA

Porém, apesar do bom momento com a nova formação, Renato não esconde a sua intenção de retornar ao 4-2-3-1. Para isso, o treinador aguarda o retorno de todos os titulares que se encontram no departamento médico. Em especial, Maicon e Jean Pyerre, considerados peças chaves para o bom andamento do time.

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