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Clubes da Série A e B discutem formas de combater a crise financeira; Grêmio é representado por CEO

Suspensão dos jogos por conta da pandemia de coronavírus vem prejudicando os clubes

Romildo Bolzan Grêmio

Presidente Romildo Bolzan — Lucas Uebel / Grêmio FBPA

O futebol brasileiro se preocupa com uma crise financeira que está por chegar por conta da pandemia do coronavírus. A paralisação das competições tratá aos clubes um congelamento das receitas e alguns reflexos já estão aparecendo. Nesta tarde, uma reunião entre as 40 equipes que formam as Séries A e B do Brasileirão discutem uma tentativa de solução.

A ideia principal do encontro é uma oferta aos jogadores. Durante a quarentena, o objetivo é que haja uma diminuição de salários e direitos de imagem que são pagos aos profissionais. Os valores, em muitos casos, poderão ser reduzidos em até 50% dos vencimentos dos atletas.

A oferta é vista como a principal alternativa para evitar uma grande crise financeira. Representando o Grêmio na reunião, que ocorre por videoconferência, estão o CEO Carlos Amodeo, grande conhecedor da realidade Tricolor, e o presidente Romildo Bolzan. De forma oficial, não há um posicionamento dos gremistas, mas, nos bastidores, o corte nos salários é apoiado, desde que seja realizado de forma coletiva por todas as instituições.

O presidente Romildo Bolzan tem grande preocupação com o momento do Grêmio. A paralisação poderá fazer com que o clube deixe de recolher R$ 25 milhões nesse semestre. Segundo o mandatário, para o cumprimento dos deveres dos próximos meses, caso o cenário não seja normalizado, será necessária uma negociação com os parceiros Tricolores.

Veja mais em Diretoria do Grêmio.

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