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Daronco defende arbitragem em casos de pancadaria como o do GreNal: “Precisamos contar com a atitude dos jogadores”

Reportagem conversou com o árbitro gaúcho sobre o último clássico

Árbitro Anderson Daronco — Jason Silva / AGIF

Em evidência na arbitragem brasileira nos últimos anos, Anderson Daronco é figura conhecida de tantos e tantos Gre-Nais. Mas nenhum deles, sob seu apito, até agora, teve o trágico desfecho do último pela Libertadores, na Arena, com pancadaria generalizada e oito expulsões.

Foi na base do cartão que o árbitro argentino Fernando Rapallini encontrou a melhor forma de interromper a “batalha”. Daronco, à nossa reportagem, entendeu que os jogadores, nesse caso, precisariam também ter a “atitude” adequada.

“Muito difícil dizer. Muitas vezes tomamos atitudes que dão certo num jogo e num outro não dão. Precisamos contar com a atitude dos jogadores também, eles precisam aceitar e se adequar às intervenções que são tomadas. Geralmente se tenta evitar ao máximo um conflito generalizado, mas depois que ele começa, nos resta procurar observar tudo e tomar as devidas providências, além de, claro, continuar tentando isolar os focos de conflito”, comentou.

Perguntado sobre as posturas de D’Alessandro e Maicon com as arbitragens, Daronco até aprovou o comportamento de ambos:

“Eles são dois grandes jogadores e muito representativos das instituições que defendem, que marcaram época pelo que já conquistaram. E discordo que falam o tempo todo com a arbitragem. Às vezes, um jogador passa 80 minutos sem manter um diálogo com o árbitro no campo e na primeira que faz, no imaginário do torcedor, parece que ele fez o jogo inteiro. Além disso, nenhum jogador é proibido de conversar com arbitragem desde que o faça com respeito, sem contestações constantes. Na maioria das vezes, este diálogo respeitoso se faz necessário dentro do campo de jogo”, concluiu.

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