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Ex-Grêmio, Fernando quebra silêncio sobre caso de ex-funcionário preso na Rússia: “Estou fazendo o que está ao meu alcance para ajudar”

Ex-volante do Grêmio postou um longo pronunciamento na web

Volante Fernando pelo Spartak Moscou — Divulgação

Após um grande período afastado das redes sociais, o volante Fernando, ex-jogador do Grêmio, postou um longo desabafo a respeito do caso do seu antigo funcionário, Robson Oliveira, preso há 562 dias na Rússia por ter levado um remédio proibido no país a pedido do atleta – na época, Fernando ainda defendia o Spartak Moscou.

O Mytedom 10mg (cloridrato de metadona), proibido na Rússia e liberado no Brasil, seria para dores nas costas do sogro de Fernando e gerou a prisão de Robson, que desconhecia o risco e levou o medicamento em mala fechada.

Nesta semana, Fernando, hoje no Beijing Guoan, da China, fez dois gols no mesmo dia que a prisão de Robson completou 560 dias.

“Preferi não falar por algum tempo publicamente porque em todas as vezes que me coloquei à disposição, sem exceção, tive as informações que forneci manipuladas, omitidas e distorcidas por interesses que não eram o de mostrar ao público o que houve de forma imparcial”, declarou Fernando no início do seu texto, antes de continuar:

“Ninguém imaginaria que a medicação fosse proibida na Rússia. Peço a vocês para citarem um só motivo aceitável que me levaria a premeditar uma coisa dessas, a arruinar a vida de um inocente e prejudicar a minha própria carreira. O que eu teria a ganhar com isso?”

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No final, o atleta garante estar tentando ajudar de todas formas e pede ajuda para sensibilizar o presidente da República, Jair Bolsonaro:

“Estou fazendo o que está ao meu alcance para ajudar o Robson a provar sua inocência, mas a questão é extremamente complexa e precisa de um envolvimento, de uma força maior, no caso a do governo brasileiro. Tentei entrar em contato diretamente com deputados, senadores, mas não obtive êxito. Por isso, convido vocês a realizarmos também um movimento para entrar nas redes sociais do presidente Bolsonaro e de outras autoridades brasileiras pedindo para que elas intervenham efetivamente no caso do Robson”.

A defesa nega que exista a possibilidade de Robson receber a pena de prisão preventiva. De qualquer forma, uma sentença de 15 anos é cogitada.

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