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Impasse entre CBF, FIFA e Conmebol faz com que Grêmio ainda tenha chances de disputar o Mundial de Clubes de 2021

Taça do Mundial de Clubes da FIFA

Giuseppe Cacace / AFP

A Conmebol ainda não definiu como serão distribuídas as vagas sul-americanas para o Mundial de Clubes de 2021. A ideia de recriar a Supercopa, entre os campeões da Copa Libertadores, foi rejeitada pela CBF por conta do calendário nacional. Colaborando com a entidade brasileira, a FIFA apoia a classificação dos campeões continentais de 2017 em diante, algo que favoreceria o Tricolor.

Não há definições sobre o assunto até o presente momento e as possibilidades estão sendo debatidas pelas entidades. CBF e FIFA defendem a classificação dos Campeões da Libertadores e da Sul-Americana, classificando, por tanto, Grêmio (2017), River Plate (2018), Flamengo ou River (2019) e o campeão de 2020. Os outros dois lugares seriam disputados através de um playoff entre os campeões da Copa Sul-Americana de 2017, 2018, 2019 e 2020.

Contudo, caso a ideia da Supercopa prevaleça, os vencedores das edições da Libertadores de 2019 e 2020, mais os campeões da Sul-Americana das mesmas temporadas, teriam o direito de participarem do torneio mundial de 2021. As outras duas vagas seriam decididas na Supercopa, torneio entre todos os campeões continentais – incluindo a dupla GreNal.

A discussão promete se arrastar pelos próximos meses. O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, quer a Supercopa. A FIFA, de Gianni Infantino, recomenda a classificação automática dos vencedores de 2017 em diante. Enquanto não há decisão, o Grêmio observa à distância.

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