Sucessor de Fábio Koff na presidência do Grêmio, Romildo Bolzan Jr teve um enorme desafio ao assumir o mandato em 2015. Equilibrar o clube administrativa e financeiramente, sem tirar a competitividade dentro de campo, era o principal deles. E o início de fato foi difícil, mas recompensador. Três anos depois, Bolzan virou ídolo dos gremistas e garante que não recebe abordagens negativas nas ruas.
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Também pudera. Sob seu comando, o clube saiu da incômoda fila de grandes títulos com o pentacampeonato da Copa do Brasil em 2016. Em seguida, veio o tri da Libertadores, a reconquista do Gauchão após 8 anos e a Recopa Sul-Americana. De quebra, o Grêmio recuperou o seu DNA formador e ofereceu ao futebol mundial nomes como Walace, Pedro Rocha, Arthur e Jaílson
"Na verdade o primeiro momento foi de se entender que era necessário fazer mudanças, que o clube necessitava de medidas e isso não necessariamente se traduziria em reduzir ou desistir do futebol, pelo contrário, queriamos fazer uma série de ajustes e já em 2015 conseguimos o 3° lugar no Brasileirão. Em 2016 caímos nas oitavas de final da Libertadores para o Rosário, mas eu mesmo disse na ocasião que aquela não era a Libertadores do Grêmio, que ainda não estávamos no estágio ideal de disputa. Naquele ano veio o pentacampeonato da Copa do Brasil e demos início ao período de títulos. Sempre que eu sou parado na rua ouço praticamente a mesma coisa: "Obrigado pelo trabalho", "obrigado pelo trabalho", "obrigado pelo trabalho"", destacou o presidente Romildo Bolzan em entrevista ao Bunker Tricolor, já disponível no YouTube.
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Reeleito em 2016, Bolzan tem mandato vigente até o final de 2019.









