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Dívida cresce, mas Grêmio segue longe dos clubes com maior endividamento no Brasil

Presidente Alberto Guerra - Foto: Morgana Schuh / Grêmio FBPA

Por conta do rebaixamento à Série B, o Grêmio viu sua dívida voltar a subir novamente, mas o clube tem quadro financeiro estável, apesar do curto-prazo ainda gerar preocupações na diretoria.

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Conforme estudo publicado pela Sports Value, especializada em marketing esportivo, o tricolor tem a 10ª maior dívida do futebol brasileiro, com um saldo negativo de R$ 518 milhões.

Quem lidera o ranking é o Atlético-MG, com endividamento de R$ 1,5 bilhão, seguido por Cruzeiro e Corinthians, com R$ 1 bilhão e R$ 910 milhões, respectivamente. A título de comparação, o rival Internacional aparece na 5ª posição com 865 milhões em dívidas.

Maiores dívidas do futebol brasileiro

  1. Atlético-MG – 1.571 bilhão
  2. Cruzeiro – R$ 1.053 bilhão
  3. Corinthians – R$ 910,4 milhões
  4. Palmeiras – R$ 875,8 milhões (valor sem Allianz Parque é de R$ 451 milhões)
  5. Internacional – R$ 865,7 milhões (valor sem Beira-Rio é de R$ 633 milhões)
  6. Botafogo – R$ 729,5 milhões
  7. Fluminense – R$ 677,5 milhões
  8. Vasco – R$ 664,1 milhões
  9. São Paulo – R$ 586,6 milhões
  10. Santos – R$ 539,9 milhões
  11. Grêmio – R$ 518,1 milhões
  12. Red Bull Bragantino – R$ 301,1 milhões
  13. Athletico-PR – R$ 285 milhões
  14. Bahia – R$ 284,3 milhões
  15. Flamengo – R$ 258,8 milhões
  16. Coritiba – R$ 237,5 milhões
  17. América-MG – R$ 122,5 milhões
  18. Goiás – R$ 48,2 milhões
  19. Ceará – R$ 38 milhões
  20. Fortaleza – R$ 33,1 milhões
  21. Atlético-GO – R$ 8,2 milhões

De volta à Série A, Grêmio lida com quadro financeiro delicado

Em entrevista concedida à Ràdio Guaíba, o presidente do Grêmio, Alberto Guerra, explicou o momento que o clube vive. Conforme o mandatário, por ora, os salários estão em dia.

“A situação financeira do Grêmio merece bastante atenção. Por enquanto, está tudo controlado e estamos conseguindo manter os salários em dia. Tivemos que fazer renegociações e tomar dinheiro do mercado, aguardando ainda novas receitas. Esse primeiro ano é de sobrevivência. Dinheiro na conta pra pagar salário até o final do ano nós não temos, mas estamos fazendo as receitas para isso. Acredito que não teremos problemas”, declarou.

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