Enquanto a Copa do Mundo se desenrolava, o Grêmio aproveitou para reforçar a sua categoria de base. Do Palmeiras, o tricolor buscou o jovem volante Caíque Rodrigues, que era jogador alviverde já há oito temporadas.
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Caíque mal chegou ao Rio Grande do Sul e já teve que pegar no batente. Ele está com o elenco do Grêmio na disputa da Copa Mital del Mundo sub-18, disputada no Equador. Nesta semana, a reportagem do Gremistas conversou com Fabiano Gudjenian, da Un1que Football, empresário do atleta.
Gremistas: O que motivou o Caíque a sair do Palmeiras?
FG: O Caíque é um jogador que teve oito anos de Palmeiras, passagens pelas seleções de base, capitão da seleção brasileira sub-15… mas sentimos que ele estava sem espaço no Palmeiras. Ele não estava mais feliz no clube. Conversamos com a diretoria pela liberação e fomos no Grêmio. Eu tinha outras quatro propostas pelo Caíque, mas o Grêmio foi bem mais atrativo.
G: Quais os termos do contrato assinado?
FG: Temos uma boa entrada e uma boa relação com o Grêmio. Também trabalhamos com o Alisson e com o Marcelo Oliveira. É um clube sério, que deu bastante destaque para o Caíque. Então foi um acordo que fizemos com o Palmeiras, que ficou com um percentual do jogador, e o Grêmio ficou com a grande parte, contrato até janeiro de 2020. Mas não tem mais vínculo com o Palmeiras.
G: O que pesou para a escolha dele ser o Grêmio?
FG: Havia outros times grandes atrás dele, mas o que mais pesou foi o desejo dele jogar no Grêmio. Foi o que mais pesou. A camisa do Grêmio e o fato do clube usar bastante a base pesaram bastante na escolha do Caíque. Tudo isso pesou na decisão dele, da família e a nossa também.
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Veja lances do volante Caíque Rodrigues: