Desde que saiu do comando do Grêmio, o técnico Roger Machado estabeleceu como filosofia dirigir apenas um clube por ano. Em 2017, esteve no Atlético-MG e, mesmo demitido em meio ao ano, ficou de recesso até dezembro.
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A situação voltou a repetir esse ano no Palmeiras.
"Como profissional, estamos habituados com as cobranças. No mercado de SP e com um time que construiu um grupo para vencer as competições, seria normal a cobrança forte no Palmeiras. É aprendizado", disse à Rádio Gre-Nal.
"Eu estou em um momento de recesso e até acabo me desligando daquela rotina forte do futebol. É um ano diferente e com o calendário apertado para os times brasileiros", acrescentou.
Segundo ele, nenhum convite será aceito ainda em 2018. Ele quer fazer um novo trabalho no Brasil, mas só a partir de janeiro de 2019.
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"Eu permaneço até o ano que vem no Brasil para começar um trabalho desde o início".










