Suspenso da partida contra o River Plate, Kannemann sequer esteve com os companheiros antes do jogo na Arena. Como um legítimo torcedor, viu das arquibancadas a derrota por 2×1 para o River Plate e somente depois do jogo desceu ao vestiário.
Quem também estava suspenso era o técnico argentino Marcelo Gallardo. Mas sua postura foi diferente e, ao contrário de Kannemann, ele desceu ao vestiário no intervalo e conversou com seus jogadores antes da volta ao segundo tempo.
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"Antes do jogo houve uma reunião com a Conmebol em que eu participei e que foram citados nominalmente os casos do Kannemann e do Gallardo. Logo depois da reunião eu liguei pro Kannemann e disse que ele não poderia estar conosco no início, que teria que vir ao estádio e logo subir pro camarote. Depois do jogo sim, poderia descer, como de fato veio pro vestiário. Essa era a regra. Era óbvio que também gostaríamos de contar com o Kannemann junto do grupo", explicou o executivo de futebol André Zanotta, nesta quinta-feira.
A situação também foi observado pelo presidente Romildo Bolzan:
"O Kannemann estava suspenso da partida, mas vocês chegaram a ver ele se comunicando com o grupo, ou dentro do vestiário? Não, não viram. Viram depois, quando já tinha terminado o jogo".
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Baseado em punições recentes de Chapecoense e Santos, em casos similares, mas com jogadores, o Grêmio está otimista com relação à possível reversão de pontos. O recurso será julgado na tarde de sábado, pelo Tribunal de Penas da Conmebol.