Com apenas 16 anos, quando muitos garotos dessa idade ainda apenas sonham em ser jogador, Lincoln já estava nos profissionais do Grêmio. E respaldado pelas decisões de um técnico campeão do mundo, Luiz Felipe Scolari, o Felipão, que o promoveu no início da temporada de 2015.
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Alternando bons jogos com outros nem tão positivos assim, Lincoln não se firmou na sequência do ano – nem com a chegada do técnico Roger Machado. Em 2017, foi emprestado ao Rizespor, da Turquia, mas em entrevista dada ao portal GaúchaZH o meia não acredita que tenha subido cedo demais ao clube.
“Eu tenho certeza que não. Joguei na seleção de base cedo, entrei no clube com oito para nove anos, a maioria das vezes jogando na categoria de cima. Fiz coletivo com profissional quando tinha 15 anos. Não queimei etapas no Grêmio. Quem me subiu foi um treinador campeão do mundo (Luiz Felipe Scolari)“, alegou.
Lincoln garantiu que não conversou com a atual diretoria do Grêmio para saber o seu futuro, ainda indefinido.
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“Quero permanecer no Grêmio, temos muitos campeonatos para disputar. Todos me conhecem, os jogadores, o professor Renato. Eles sabem da minha qualidade e como posso ajudar o time”.