Natural de Canoas-RS, Diguinho resolveu desde o ano passado estar mais perto da família. Em 2018, fez parte da campanha fracassada que levou o São Paulo-RS ao rebaixamento e agora tenta dar a volta por cima pelo Aimoré, rival do Grêmio nesta quarta-feira, 20h30, no Estádio Cristo Rei.
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No futebol brasileiro, o volante ficou mais conhecido pelas passagens no futebol carioca, sobretudo no Fluminense e no Vasco. No entanto, ele olha pra trás e lamenta nunca ter jogado no Grêmio, que é o time de toda a sua família.
"Até tive algumas propostas (de times gaúchos), mais do Grêmio diretamente. Conversamos, mas não chegamos a um ponto certo. Optei por ficar no Rio de Janeiro. Nunca tinha disputado o Gauchão, agora é o meu segundo. Infelizmente, não deu certo eu jogar no Grêmio. Minha família toda é gremista. Mas vida que segue. Agora é dar sequência do trabalho no Aimoré", revelou o atleta de 35 anos ao Globoesporte.com.
Na mesma entrevista, ele explicou mais detalhadamente as razões para ter vindo jogar no RS:
"Dei um tempo, pensei melhor, mais na família que no profissional. Depois de tudo, me estabilizei, fiquei com minha mãe. Não adianta você estar longe de tudo, vivendo bem, ganhando bem e não estar feliz consigo. Isso pesa um pouco, não foi diferente da minha parte. Hoje estou feliz, bem estruturado, espero estar com a cabeça boa e fazer um grande Gauchão".
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Tanto Grêmio quanto Aimoré largaram bem no Gauchão. Na primeira rodada, o time de Diguinho venceu em casa o São José por 1×0, enquanto o Grêmio aplicou 4×0 fora de casa no Novo Hamburgo.










