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Paraguaio campeão da América pelo Grêmio torce por empate contra o Cerro

Francisco Javier Arce Rolón, o Chiqui Arce, estará com o coração dividido nesta terça-feira, a partir das 21h30, quando Cerro Porteño e Grêmio se enfrentam no Paraguai pela terceira rodada da fase de gurpos da Libertadores. De um lado, o time que iniciou a carreira no seu país natal. E, do outro, o clube que possibilitou o título da Libertadores de 1995.
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Por isso, em entrevista concedida ao Globoesporte.com, Arce revela que torcerá por um empate no duelo que será disputado no estádio La Nueva Olla, que ainda não presenciou nenhuma derrota da equipe paraguaia.

"Se fosse pelo coração, seria o Cerro. Fui criado com a camisa do Cerro, bola do Cerro, joguei profissionalmente quase seis anos. Foi minha porta de entrada para o Brasil. Eu não gostava muito de ficar trocando de time o tempo todo. Mas, para não brigar com ninguém, seria bom o empate. Até porque pode ser bom para o Cerro, que vai enfrentar um time de grande qualidade", disse o ex-lateral.

Arce, que foi técnico do Paraguai nas últimas Eliminatórias, e saiu depois da desclassificação, acredita que será um "jogo difícil" até pelo grande momento que vive as duas equipes.

"O Cerro ainda não perdeu no estádio novo. São mais de 15 jogos. É só uma estatística, mas são números reais. Por mais que não tenha conquistado a Libertadores ainda, é de tradição. Por isso, já vai com força máxima, ainda mais contra o atual campeão. O Grêmio mantém a base, a comissão. A volta do Arthur também dá uma qualidade acima da média. Mesmo com isso, não dá para garantir o resultado", acrescentou.

O Cerro lidera o grupo 1 com 6 pontos, enquanto o Grêmio vem no segundo lugar com 4. Defensor, em terceiro, tem apenas 1, enquanto o Monagas ainda não pontuou.
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Relembre lances de Arce pelo tricolor:

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