Recém-saído do Caxias, que chocou o Rio Grande do Sul ao vencer o Gauchão de 2000, Tite trilhou um vitorioso campinho no Grêmio entre as temporadas de 2001 e 2003. Com um bicampeonato gaúcho, um título de Copa do Brasil e uma semifinal de Libertadores, o treinador impulsionou a carreira e desde então sempre manteve por perto o carinho dos tricolores.
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E é esse mesmo carinho que o atual técnico da Seleção Brasileira quer para os seus atletas nesta quinta-feira, 21h30, na Arena, quando o Brasil recebe o Paraguai por uma das quatro partidas de quartas de final da Copa América.
“Eu aprendi algumas coisas. O público da Copa América, do Mundial, é muito diferente. É meio disperso. É um cara que compra por internet. Fica muito diluído, dividido. De repente eu olhei e tinha torcida do Peru do meu lado. Eu gostaria de ter o carinho que tive quando eu treinei o Grêmio. Repassado isso aos atletas. Ficaria muito orgulhoso”, falou o comandante em coletiva nesta quarta.
Além de Tite, o torcedor do Grêmio terá outras atrações em sua casa. Além do volante Arthur, atualmente no Barcelona, os gremistas verão Everton mais uma vez como titular e esperança de gols do Brasil – já foram dois em três jogos no torneio.
Com exceção da primeira partida, entre Peru e Venezuela, a Arena vem tendo bons números de público na competição:
Maiores públicos da Copa América (1ª fase)
1. Uruguai 1×0 Chile – 57.442 (Maracanã)
2. Brasil 3×0 Bolívia – 46.342 (Morumbi)
3. Brasil 5×0 Peru – 45.067 (Arena Corinthians)
4. Argentina 2×0 Catar – 41.390 (Arena do Grêmio)
5. Uruguai 2×2 Japão – 39.733 (Arena do Grêmio)
6. Brasil 0x0 Venezuela – 39.622 (Fonte Nova)
7. Argentina 0x2 Colômbia – 38.018 (Fonte Nova)
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Jogos da Copa América na Arena
• Argentina 2×0 Catar – 41.390 torcedores
• Uruguai 2×2 Japão – 39.733 torcedores
• Peru 0x0 Venezuela – 11.107 torcedores











