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Presidente do Grêmio cita principal obstáculo para o retorno dos jogos no Brasil

Elenco gremista segue trabalhando sem saber quando voltará a jogar

Bolzan passa por protocolos do Covid-19 no CT — Lucas Uebel / Grêmio FBPA

A continuidade do futebol brasileiro em 2020 virou um grande ponto de interrogação com o avanço da pandemia de coronavírus, que, em dados oficiais do Ministério da Saúde até a noite desta terça-feira, registrou no país 394.507 com 24.593 mortes.

Para o presidente gremista Romildo Bolzan Jr, os estaduais voltarão de forma “individualizada” conforme a situação de cada estado e que os torneios nacionais, como a Copa do Brasil e o Brasileirão, dependerão da evolução do quadro em Rio de Janeiro e São Paulo.

“Os estaduais parecem mais perto do retorno e aqui nós temos essa situação para o final de julho e agosto. Eu penso que cada estado terminará a sua competição conforme estiver a sua condição regional. Não haverá de forma concomitante como estamos acostumados”, colocou.

Mais afetado do país, o estado de São Paulo ultrapassou 6 mil óbitos; o Rio de Janeiro, 4 mil.

“Não tem como pensar nos campeonatos nacionais sem a participação de Rio de Janeiro e de São Paulo. São os centros e por onde passamos sempre. Não tem como ir jogar no Nordeste sem saber se vamos conseguir voltar”, acrescentou o presidente, apontando o maior obstáculo.

O último jogo oficial do Grêmio na temporada foi a vitória de 3×2 sobre o São Luiz, na Arena, pelo returno do Gauchão, no dia 15 de março.

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