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Triste, Bolzan não joga a toalha, mas já fala em “jogar pela dignidade” do Grêmio

Romildo Bolzan fará o seu último ano de mandato no Grêmio em 2022

Reprodução

Abatido, triste e ciente da realidade. Este é o resumo do que se viu do presidente Romildo Bolzan Jr logo depois de Bahia 3×1 Grêmio, na Arena Fonte Nova, em Salvador, pelo Brasileirão. Sincero, o mandatário falou em “jogar pela dignidade” nas três partidas finais, admitindo que o rebaixamento ficou muito próximo.

“Acredito enquanto tiver a vida. Acho que a coisa não é boa no ponto de vista dos cálculos. A primeira coisa a ser feita é vencer as três partidas. Internamente todo mundo sabe o que fazer. Temos que jogar pela indignidade, imortalidade, pelos nossos valores”, disse, antes de acrescentar:

“O Grêmio termina com um ano muito equilibrado, tem possibilidades de permanecer, está lutando. Tu já foi campeão da Copa do Brasil, da Libertadores, da Recopa, 4 estaduais, vice-mundial, tudo isso, nesse momento se cairmos, vai cair por terra. O positivo é esquecido. Se cair, terei que conviver com isso com todo esforço do mundo para superar depois”.

Bolzan, no entanto, negou existir algum tipo de racha político no clube ou que ele possa estar isolado na direção nesse momento:

“Nós estamos com um conselho absolutamente fechado e atuante. Não há isolamento político, não. Tem pessoas que podem não estar aqui, mas estão presentes de outras formas. Esse momento é natural que essas coisas sejam levantadas”, lamentou o presidente.

Veja mais em Romildo Bolzan.

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