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Entenda como Pepê e Arthur são fundamentais para a reconstrução do Grêmio em 2023

Tricolor espera lucrar com vendas indiretas na Europa

Alessandro Sabattini / Getty Images | Patricia de Melo Moreira / AFP via Getty Images

Vivendo uma profunda queda de receitas em função de estar na Série B, o Grêmio vive dificuldade financeira até para projetar a próxima temporada. O ideal seria vender jogadores na atual janela, mas a falta de interessados e propostas fazem o clube contar com outro tipo de situação envolvendo a Europa.

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Precisando lucrar, o Grêmio passa a olhar com cuidado as situações de Arthur e Pepê na Europa. O volante não deve ficar na Juventus e entrou na mira do Arsenal recentemente. O time gaúcho tem direito a 3,5% pela formação e faturou R$ 15 milhões quando o volante saiu do Barça para a Juventus.

Pepê, por outro lado, obteve destaque no Porto na última temporada atuando até mesmo, por algumas ocasiões, como ala pela direita. Recentemente, o clube buscou Gabriel Verón, do Palmeiras, ampliando a concorrência no setor. Há dois meses, o Newcastle, da Inglaterra, fez uma proposta oficial de 35 milhões de euros pelo ex-gremista, mas o Porto quer 50 milhões.

De olho, o Grêmio tem 12,5% da “mais valia” em cima da futura negociação e mais 2% de formação, o que poderia gerar aos cofres tricolores cerca de R$ 16 milhões.

Por que as vendas de Arthur e Pepê na Europa são importantes para o Grêmio?

Por conta de tudo isso, o Grêmio acompanha de perto as situações de Pepê e Arthur no futebol europeu. O clube vislumbra receber com possíveis transferências da dupla nesta janela a fim de evitar recorrer aos bancos para empréstimos e não se endividar de olho na temporada de 2023.

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