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Ex-dirigente defende o Grêmio no caso Yony González e critica ‘seletividade’ no racismo

Mais uma vez, um caso de racismo manchou o futebol brasileiro. Neste domingo, na Arena, o atacante Yony González, do Fluminense, foi chamado de "macaco" após marcar um gol sobre o Grêmio, o que novamente gerou críticas ao time gaúcho.
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O clube, oficialmente, já se prontificou a analisar as imagens para identificar o autor da injúria e consequentemente proceder com as punições. Nas redes sociais, o ex-dirigente gremista Odorico Roman relembrou que o racismo está presente em toda a sociedade.

"Todos devem assumir suas culpas e, principalmente, agir para retirar dos seus respectivos estádios os racistas das suas bandeiras. Quem, seletivamente e sistematicamente, usa fatos da Arena para atingir o Grêmio e fecha os olhos para os seus racistas é canalha", escreveu o ex-vice-presidente de futebol.
 


A postagem de Odorico foi em "resposta" a um torcedor gremista que fez um "compilado" de notícias envolvendo casos de racismo em outros clubes. O Grêmio, através do seu departamento jurídico, na pessoa do diretor Nestor Hein, já se manifestou oficialmente sobre o fato:
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“É do nosso interesse tirar os racistas do contexto dos estádios, já falamos isso. Não quero me eximir da responsabilidade. Amanhã estarei na Arena para verificar as nossas câmeras internas e tentar fazer a localização. Se algum gremista identificou o fato, que possa nos procurar para relatar. Sem dúvida isso traz um prejuízo ao Grêmio. Para nós, é uma situação anômala e nojenta. Não me preocupa a punição, o prejuízo já é irreparável. Se algum torcedor gremista ouviu, entre em contato conosco”, destacou.
 

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