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Grêmio adota cautela e não se pronuncia sobre as negociações entre clubes e atletas no recesso do futebol

Clubes buscam união para resolver questões financeiras com os jogadores em meio a paralisação dos jogos

Presidente Romildo Bolzan do Grêmio dando entrevista

Romildo Bolzan, presidente do Grêmio Lucas Uebel / Grêmio FBPA

Na tarde da última segunda-feira, uma reunião entre os clubes que formam as séries A e B do Campeonato Brasileiro foi realizada por meio de videoconferência e as estratégias estão definidas.

Na busca por reduzir os impactos da crise gerada pela pandemia, as instituições elaboraram uma proposta que será apresentada aos jogadores para que haja uma redução dos gastos com salários. A oferta possui o aval do Grêmio para ser tocada adiante.

Quem está sendo o responsável pela interlocução das negociações entre clubes e jogadores é o presidente do Fluminense, Márcio Bittencourt. O desenho elaborado é a liberação das férias antecipadas durante o mês de abril (15 ou 20 dias de férias), mais a diminuição de 20% dos salários dos atletas nesse período de recesso do futebol no país. Para que haja o prosseguimento das ações, será necessária a aprovação por parte dos profissionais.

Presentes na conferência que desenhou o projeto estavam Carlos Amodeo, CEO do Grêmio, e o presidente Romildo Bolzan. Procurados pela reportagem do Gremistas.Net, ambos preferiram não se pronunciar publicamente sobre a ideia, aguardando alguma declaração do mandatário do Fluminense, que é o encarregado do agrupamento das equipes.

Contudo, apesar do silêncio público, a medida é algo que agrada a direção Tricolor. Além da oferta aos jogadores, o Grêmio também defende uma negociação com a União para um remanejamento dos valores que precisam ser pagos, como, por exemplo, o ProFut.

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