O técnico Vanderlei Luxemburgo voltou a falar da sua passagem pelo Grêmio nesta quinta-feira, 28, em entrevista concedida à Rádio Gre-Nal. Segundo ele, sua permanência no clube em 2013 ficou ameaçada por conta de um motivo político.
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É que, em 2012, o presidente era Paulo Odone, que o contratou logo no início do ano em substituição a Caio Júnior. Luxa levou o Grêmio à Libertadores e chegou a ter o nome gritado pela torcida em uma vitória contra o São Paulo no Olímpico, na reta final do Brasileirão.
Na virada de ano, Fábio Koff voltou à presidência e, inicialmente, manteve Luxemburgo. Mas o "projeto" foi encerrado ainda no início do Brasileirão.
"Eu projetava trazer minha família do eixo Rio-São Paulo para Porto Alegre. A situação degringolou por um motivo político. Eu fui contratado pelo Paulo Odone e depois entrou o Dr. Fábio Koff. Qualquer sucesso que eu tivesse seria mérito do Odone", falou Luxa.
Na temporada passada, Luxemburgo treinou o Sport durante um período da temporada e não trabalha mais desde a saída do Leão. Mas ele garante que ainda está no mercado como treinador profissional.
"Eu não deixei de ser técnico. Eu tenho obrigação de mostrar para as pessoas que não é por aí. A humildade tem que ser carregada de personalidade. Eu sou humilde com personalidade. Se eu pegar um trabalho, vou fazer um grande trabalho".
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Atualmente, Vanderlei Luxemburgo está comentando a Copa do Mundo em um programa noturno de debates nos canais Fox Sports.