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Pato nega que colegas de Corinthians tenham tentado agredi-lo após erro de pênalti contra o Grêmio

Dida defendeu o lance mais esquisito da carreira de Pato

Vinícius Costa / Gazeta Press

Um lance marcante acompanha a carreira de Alexandre Pato desde 2013. Já na reta final de ano, ele, jogando pelo Corinthians, errou de cavadinha um pênalti defendido por Dida, então goleiro do Grêmio, na Arena, tirando a chance do time paulista ir para a semifinal da Copa do Brasil daquele ano.

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Em texto escrito para o site The Players Tribune, o atual atacante do Orlando City, dos Estados Unidos, revelou mais detalhes do que aconteceu na época:

“Quando eu perdi o pênalti contra o Grêmio nas quartas de final da Copa do Brasil, fui o único culpado. Sim, eu cometi um erro, mas não é verdade que colegas de elenco tentaram me bater. Ninguém fez nada”, disse.

Mas Pato, por outro lado, admite que a ira do torcedor era grande e que o clima ficou perigoso para ele:

“Mas os torcedores queriam me bater e me matar. Eu passei a andar de carro blindado em São Paulo, com seguranças armados e bombas de gás lacrimogênio. Os torcedores invadiram o CT com pedaços de pau e facas. Isso é uma loucura, algo assustador. Isso não deve ter lugar no futebol de jeito nenhum”, declarou.

O Grêmio cairia na semifinal para o Athletico e o título ficaria nas mãos do Flamengo, com destaque para Hernane Brocador.

Veja mais em Copa do Brasil.

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