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Ainda magoado por falta de chances, Tetê avalia saída do Grêmio: “Único carteiraço foi o dinheiro que eu dei”

Hoje no Shakhtar Donetsk, Tetê deixou o Grêmio sem jogar no profissional

Ex-gremista Tetê contra o City — Divulgação

Logo na arrancada da última temporada, o Grêmio conseguiu uma bolada financeira de R$ 42 milhões em cima de um atleta que sequer atuou no profissional. De forma incomum, Tetê foi negociado ao Shakthar Donetsk, da Ucrânia, e ainda reconhece uma certa mágoa por não ter tido chances de se apresentar à torcida.

Esse foi o tom de sua nova entrevista nesta semana, dessa vez ao Fox Sports, onde disse que o único “carteiraço” que deu foi o dinheiro aos cofres do Grêmio.

“A gente fica um pouco triste. Depois de tanto tempo honrando a camisa, esperar uma valorização do clube e ouvir isso, a gente fica muito triste. Muitas pessoas falam que eu queria dar carteiraço. O único carteiraço que eu dei foi colocar dinheiro no clube”, comentou Tetê.

“Muitas pessoas disseram que eu não tinha condições de jogar no profissional, e hoje estão com orelha de burro. A gente chega na Europa, joga, e no Brasil acaba não jogando. Não dá para entender”, completou.

Tetê é representado pelo empresário Pablo Bueno, o mesmo do atacante Ferreira, que está afastado e move ação trabalhista contra o Grêmio na Justiça. O Grêmio mantém 15% de uma futura venda do jogador de 20 anos do clube ucraniano.

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